pra estreiar a nova-vida-perdida-no-espaço-e-sem-rumo:
mais de seis anos se passaram.
o tempo passou tão rápido!
tenho muito pra te contar, querida.
quero chorar no teu colo, como antes
quero rir com você, como nunca,
quero tocar o teu rosto, como naquela noite gelada.
mas você não existe.
e nada disso existiu.
quarta-feira, abril 30
terça-feira, abril 29
sábado, abril 19
sexta-feira, abril 18
quarta-feira, abril 16
eu poderia fazer dessa situação um filme muito legal.
seria quase um sonho realizado... viver num filme!
eu teria as trilhas perfeitas,
daqui até a casa dela,
imediatamente depois de ter
lido coisas que me fariam
falar: tô indo aí agora te ver!
[pausa]
mas vida não é um filme:
quieta o coração, mininu.
descansa o corpo, homem.
seria quase um sonho realizado... viver num filme!
eu teria as trilhas perfeitas,
daqui até a casa dela,
imediatamente depois de ter
lido coisas que me fariam
falar: tô indo aí agora te ver!
[pausa]
mas vida não é um filme:
quieta o coração, mininu.
descansa o corpo, homem.
ela estava com pressa
ela estava muito nervosa
ela gritou comigo no telefone.
eu me senti pressionado.
acelerei.
acelerei forte.
aquele sinal não podia fechar
naquela hora. maldito sinal.
precisava cruzar aquele sinal
pra chegar a tempo...
mudei de marcha.
passei a segunda.
o carro fez um barulho agudo no motor.
e ele me deu uma boa potência.
estava chovendo um pouco
e o vidro molhado me deu a impressão
de não ter ninguém atravessando a pista.
iria cruzar o sinal vermelho.
se não fosse um pedestre.
uma pessoa.
um humano, com sangue, boca, perna e olhos.
atravessa na minha frente.
o barulho do fêmur dele quebrando é muito alto.
a cabeça dele bate no meu vidro, na parte da frente do carro.
os dentes e o maxilar quebrando fazem uma música fúnebre.
e logo em seguida vem o resto do corpo, criando sons de tambores
mórbidos perfeitos.
toda aquela massa desforme
cria uma grande concavidade de vidro trincado a 20 centímentros
do meu nariz.
um corpo ensanguentado a um palmo do meu nariz.
um humano. uma pessoa.
entro em choque.
ponho as mãos na cabeça e me encolho.
não dá pra chorar.
diz que é um sonho por favor.
a multidão se aproxima
e uma velha grita pedindo punição máxima
ao assassino do volante.
minha irmã suspira no banco do carona.
na hora que eu vi o cara atravessando
joguei o carro para a esquerda
e o cara se joga para o outro lado da pista.
desculpa pedestre. desculpa.
em itálico, graças a deus, nada aconteceu.
(ou a você, ou a mim, ou ao destino)
imaginação.
imagino minha punição.
é o mínimo que eu posso fazer
pra me desculpar desse desconhecido
que eu quase tirei a vida.
minhas pernas tremeram durante minutos.
ela estava muito nervosa
ela gritou comigo no telefone.
eu me senti pressionado.
acelerei.
acelerei forte.
aquele sinal não podia fechar
naquela hora. maldito sinal.
precisava cruzar aquele sinal
pra chegar a tempo...
mudei de marcha.
passei a segunda.
o carro fez um barulho agudo no motor.
e ele me deu uma boa potência.
estava chovendo um pouco
e o vidro molhado me deu a impressão
de não ter ninguém atravessando a pista.
iria cruzar o sinal vermelho.
se não fosse um pedestre.
uma pessoa.
um humano, com sangue, boca, perna e olhos.
atravessa na minha frente.
o barulho do fêmur dele quebrando é muito alto.
a cabeça dele bate no meu vidro, na parte da frente do carro.
os dentes e o maxilar quebrando fazem uma música fúnebre.
e logo em seguida vem o resto do corpo, criando sons de tambores
mórbidos perfeitos.
toda aquela massa desforme
cria uma grande concavidade de vidro trincado a 20 centímentros
do meu nariz.
um corpo ensanguentado a um palmo do meu nariz.
um humano. uma pessoa.
entro em choque.
ponho as mãos na cabeça e me encolho.
não dá pra chorar.
diz que é um sonho por favor.
a multidão se aproxima
e uma velha grita pedindo punição máxima
ao assassino do volante.
minha irmã suspira no banco do carona.
na hora que eu vi o cara atravessando
joguei o carro para a esquerda
e o cara se joga para o outro lado da pista.
desculpa pedestre. desculpa.
em itálico, graças a deus, nada aconteceu.
(ou a você, ou a mim, ou ao destino)
imaginação.
imagino minha punição.
é o mínimo que eu posso fazer
pra me desculpar desse desconhecido
que eu quase tirei a vida.
minhas pernas tremeram durante minutos.
carta para um garota tão próxima
olá amiga.
amiga? as coisa já se embolaram outra vez.
queria que você soubesse que eu me importo com você.
acima de tudo, que eu não quero magoá-la.
façamos uma promessa.
quando tudo desembolar,
a amizade não pode ter nós
nem remendos,
nem marcas,
nem sujeira.
deve ser limpa como o céu de julho.
sim.
sei o quanto você é sensível
e, por ser tão bonita e carinhosa comigo,
merece todo o respeito do mundo.
de forma sincera:
não sei o que fazer.
meu coração diz que sim.
minha mente diz que não...
gosto de te beijar!
gosto de estar com você!
mas um pedaço de mim pede pra me afastar.
Não! não é pra afastar como amigo,
mas sim como...........ficante?
[há! esses termos atuais são tão frios...]
enquanto isso outra parte de mim pede mais
do teu beijo
dos teus cabelos
do seu carinho.
[pausa]
as perguntas que pairam são:
o que será que vai acontecer?
quem vai sair ferido?
não quero ninguém triste
nessa bagunça de emoções
a qual nós dois estamos envolvidos.
isso é sério! não quero ninguém magoado!
[pausa]
sabe o que é, menina?
não tenho condições
de imaginar o futuro agora.
na verdade eu tenho sim.
e sei que eu tô sozinho nele.
isso pode parecer grosseiro,
mas você vai me entender.
eu sei que vai.
sei que você sente o mesmo: estou áureo.
curto a experimentação
de vários espíritos manifestados em
lábios, línguas, dentes e carinhos
de diversas cores e tipos.
curto a perdição da minha alma.
ahhh!
se eu conseguisse curtir apenas o presente
que me levita contigo tudo seria mais fácil.
mas teimo em querer construir casa maiores
do que eu preciso.
se tivermos uma casa. que seja nossa.
se morarmos separados. que sejamos vizinhos.
[pausa]
sinto a obrigação
de não te magoar (de novo)
[pausa]
esquece o passado.
esquece o futuro junto comigo...
quando te beijo, esqueço de tudo.
pega o telefone, correndo!
e vem ficar comigo de novo.
olá amiga.
amiga? as coisa já se embolaram outra vez.
queria que você soubesse que eu me importo com você.
acima de tudo, que eu não quero magoá-la.
façamos uma promessa.
quando tudo desembolar,
a amizade não pode ter nós
nem remendos,
nem marcas,
nem sujeira.
deve ser limpa como o céu de julho.
sim.
sei o quanto você é sensível
e, por ser tão bonita e carinhosa comigo,
merece todo o respeito do mundo.
de forma sincera:
não sei o que fazer.
meu coração diz que sim.
minha mente diz que não...
gosto de te beijar!
gosto de estar com você!
mas um pedaço de mim pede pra me afastar.
Não! não é pra afastar como amigo,
mas sim como...........ficante?
[há! esses termos atuais são tão frios...]
enquanto isso outra parte de mim pede mais
do teu beijo
dos teus cabelos
do seu carinho.
[pausa]
as perguntas que pairam são:
o que será que vai acontecer?
quem vai sair ferido?
não quero ninguém triste
nessa bagunça de emoções
a qual nós dois estamos envolvidos.
isso é sério! não quero ninguém magoado!
[pausa]
sabe o que é, menina?
não tenho condições
de imaginar o futuro agora.
na verdade eu tenho sim.
e sei que eu tô sozinho nele.
isso pode parecer grosseiro,
mas você vai me entender.
eu sei que vai.
sei que você sente o mesmo: estou áureo.
curto a experimentação
de vários espíritos manifestados em
lábios, línguas, dentes e carinhos
de diversas cores e tipos.
curto a perdição da minha alma.
ahhh!
se eu conseguisse curtir apenas o presente
que me levita contigo tudo seria mais fácil.
mas teimo em querer construir casa maiores
do que eu preciso.
se tivermos uma casa. que seja nossa.
se morarmos separados. que sejamos vizinhos.
[pausa]
sinto a obrigação
de não te magoar (de novo)
[pausa]
esquece o futuro junto comigo...
quando te beijo, esqueço de tudo.
pega o telefone, correndo!
e vem ficar comigo de novo.
segunda-feira, abril 14
eu não podia ir embora sem beijá-la.
aconteceu.
e foi muito gostoso!
sei que é preciso arrumar as coisas,
mesmo sabendo que talvez
elas nem estejam bagunçadas.
bom,
não quero pensar em nada agora...
sobre as conseqüências... quer mesmo saber?
deixa pra resolver amanhã.
tudo se resolve,
afinal, a essência
do problema foi
um beijo.
um beijo!
um carinho!
foi um problema?
tem certeza?
deixa pra amanhã...
deixa pra amanhã...
deixa pra amanhã...
já são 3h55 da madrugada
de domingo!
e tô trabalhando já fazem 15 horas seguidas...
deixa pra amanhã...
ZZZZZZZzzzzzzzzzzz.............
aconteceu.
e foi muito gostoso!
sei que é preciso arrumar as coisas,
mesmo sabendo que talvez
elas nem estejam bagunçadas.
bom,
não quero pensar em nada agora...
sobre as conseqüências... quer mesmo saber?
deixa pra resolver amanhã.
tudo se resolve,
afinal, a essência
do problema foi
um beijo.
um beijo!
um carinho!
foi um problema?
tem certeza?
deixa pra amanhã...
deixa pra amanhã...
deixa pra amanhã...
já são 3h55 da madrugada
de domingo!
e tô trabalhando já fazem 15 horas seguidas...
deixa pra amanhã...
ZZZZZZZzzzzzzzzzzz.............
domingo, abril 13
tem aquela caneca de metal
que eu tomo leite há mais
de 15 anos.
sim! ela ainda existe...
meio amassada, mas existe
e eu não quero que ela se perca,
nunca.
...
antes eu precisava de duas mãos
para erguê-la.
hoje minha mão direita
é maior que ela.
pode parecer tão boba
a percepção de ter crescido...
mas não penso assim.
é surpreendente como o tempo passa.
E é em pequenas coisas como aquela
caneca, que se vê como a vida é curta.
que eu tomo leite há mais
de 15 anos.
sim! ela ainda existe...
meio amassada, mas existe
e eu não quero que ela se perca,
nunca.
...
antes eu precisava de duas mãos
para erguê-la.
hoje minha mão direita
é maior que ela.
pode parecer tão boba
a percepção de ter crescido...
mas não penso assim.
é surpreendente como o tempo passa.
E é em pequenas coisas como aquela
caneca, que se vê como a vida é curta.
nem sempre choro com lágrimas
o caminho sul-norte que percorro
alguma vez na semana.
minha vida gira em ciclos:
aquele caminho na avenida
é uma das fotografias
na minha memória.
repetem-se as pessoas.
surgem novas pessoas.
trocam-se as pessoas.
ela-sul. eu-norte.
porque diabos é sempre assim?!
amanhã eu sei que vou passar
de novo no mesmo
caminho e me lembrarei
das centenas de coisas
que queria esquecer.
amanhã queria acordar em um novo ciclo...
não queria repetições,
não queria acordar sem já ter esquecido tudo.
não queria acordar sem ninguém.
o caminho sul-norte que percorro
alguma vez na semana.
minha vida gira em ciclos:
aquele caminho na avenida
é uma das fotografias
na minha memória.
repetem-se as pessoas.
surgem novas pessoas.
trocam-se as pessoas.
ela-sul. eu-norte.
porque diabos é sempre assim?!
amanhã eu sei que vou passar
de novo no mesmo
caminho e me lembrarei
das centenas de coisas
que queria esquecer.
amanhã queria acordar em um novo ciclo...
não queria repetições,
não queria acordar sem já ter esquecido tudo.
não queria acordar sem ninguém.
quinta-feira, abril 10
J - com licença...
D - sim?
J - é..... qual o seu nome?
D - Daisy. Por quê?
J - Não, não é por nada... é só que... bom, é que esse semestre é meu último período na faculdade e tem algumas coisas que eu não quero me arrepender de não ter feito. Uma delas é falar com você.
D - Ahh...
J - Bom, é que... poxa, eu não sei o que é, mas eu te acho muito bonita e... bem, toda vez que você passa eu não sei o que acontece que você fisga o meu olhar... é tão forte!!!
D - (sorrisos)
J - (sorrisos)
(ela toca meu nariz e se aproxima para me dar um beijo...)
trimmmmmmmmmm: Acordei.
D - sim?
J - é..... qual o seu nome?
D - Daisy. Por quê?
J - Não, não é por nada... é só que... bom, é que esse semestre é meu último período na faculdade e tem algumas coisas que eu não quero me arrepender de não ter feito. Uma delas é falar com você.
D - Ahh...
J - Bom, é que... poxa, eu não sei o que é, mas eu te acho muito bonita e... bem, toda vez que você passa eu não sei o que acontece que você fisga o meu olhar... é tão forte!!!
D - (sorrisos)
J - (sorrisos)
(ela toca meu nariz e se aproxima para me dar um beijo...)
trimmmmmmmmmm: Acordei.
o dia de ontem terminou hoje,
às 1h10 da manhã.
um dia importante,
cheio de timidez.
[câmera dolly do fundo do mcdonalds para a mesa em que estávamos sentados]
mesa para quatro pessoas.
duas cadeiras vazias;
eu sentado na frente dela.
[câmera livre até enquadrar os dois, ele do lado esquerdo do vídeo, ela do lado direito]
um gole de refrigerante
alternando uma pequena
confissão, um segredo ou uma
emoção contida.
[luzes se apagam. corta]
estacionamento.
carro.
conversa.
ela me oferece uma bala chiclete!
[luzes se apagam]
- vamos pra outro lugar?
[corta. carros.]
- vruummmm
[plano conjunto, câmera fora do carro, apontada para dentro]
estacionamento 2.
carro.
conversa.
ela não me olhava nos olhos.
tudo bem.
era forma dela de dizer com o corpo que
também achava aquilo tudo incômodo, mas gostoso.
eu queria tê-la abraçado
antes da despedida.
foi legal revê-la e conversar sobre
tudo e atualizar as coisas sentidas.
coisas sentidas que nem tem mais sentido,
mas que no fundo formam novos
laços de sentimentos.
beijo.
abraço.
vou pro meu carro.
[corta]
às 1h10 da manhã.
um dia importante,
cheio de timidez.
[câmera dolly do fundo do mcdonalds para a mesa em que estávamos sentados]
mesa para quatro pessoas.
duas cadeiras vazias;
eu sentado na frente dela.
[câmera livre até enquadrar os dois, ele do lado esquerdo do vídeo, ela do lado direito]
um gole de refrigerante
alternando uma pequena
confissão, um segredo ou uma
emoção contida.
[luzes se apagam. corta]
estacionamento.
carro.
conversa.
ela me oferece uma bala chiclete!
[luzes se apagam]
- vamos pra outro lugar?
[corta. carros.]
- vruummmm
[plano conjunto, câmera fora do carro, apontada para dentro]
estacionamento 2.
carro.
conversa.
ela não me olhava nos olhos.
tudo bem.
era forma dela de dizer com o corpo que
também achava aquilo tudo incômodo, mas gostoso.
eu queria tê-la abraçado
antes da despedida.
foi legal revê-la e conversar sobre
tudo e atualizar as coisas sentidas.
coisas sentidas que nem tem mais sentido,
mas que no fundo formam novos
laços de sentimentos.
beijo.
abraço.
vou pro meu carro.
[corta]
quarta-feira, abril 9
terça-feira, abril 8
É mais ou menos assim o meu caminho do carro estacionado até o trabalho: atravesso a rua, atravesso o comércio e passo por um beco. Do lado esquerdo do beco tem um prédio sendo construído e para alimentar tantos operários existe um quiosque de cafezinho e comida do tipo P.F. Logo mais a frente está o prédio em que eu trabalho.
A minha rotina tem sido esse trajeto há um tempo. E tô acompanhando a vida do bebezinho filho da dona do quiosque. Ela não tem como deixar a criança em casa, então o recém-nascido fica dormindo, chorando, comendo, fazendo cocô e xixi ali, no cercadinho, que foi provavelmente doado por alguém, do lado de fora do quiosque (afinal não tem espaço dentro), ou seja, ao lado da construção. Ele dorme a maior parte do tempo, mas tenho certeza que o barulho da construção, a poluição da avenida logo a sua frente e o movimento exagerado de pessoas vai causar distúrbios naquela pobre mente. Penso o quanto eu e a maioria dos meus amigos cresceram com os 'psius' pedindo silêncio de tias e avós e vejo que aquele bebê vai crescer ali, com o 'psss' de uma panela de pressão vizinha ao seu ouvido. E quando a construção acabar, o quiosque deve migrar para outra.
...
Está tão perto de mim e eu pouco posso ajudar.
A minha rotina tem sido esse trajeto há um tempo. E tô acompanhando a vida do bebezinho filho da dona do quiosque. Ela não tem como deixar a criança em casa, então o recém-nascido fica dormindo, chorando, comendo, fazendo cocô e xixi ali, no cercadinho, que foi provavelmente doado por alguém, do lado de fora do quiosque (afinal não tem espaço dentro), ou seja, ao lado da construção. Ele dorme a maior parte do tempo, mas tenho certeza que o barulho da construção, a poluição da avenida logo a sua frente e o movimento exagerado de pessoas vai causar distúrbios naquela pobre mente. Penso o quanto eu e a maioria dos meus amigos cresceram com os 'psius' pedindo silêncio de tias e avós e vejo que aquele bebê vai crescer ali, com o 'psss' de uma panela de pressão vizinha ao seu ouvido. E quando a construção acabar, o quiosque deve migrar para outra.
...
Está tão perto de mim e eu pouco posso ajudar.
segunda-feira, abril 7
complemento
o post dela dizendo
o quanto ela marcou
a minha vida.
tá certo que foi pouquinha
a amizade,
o namoro.
tá certo que foi
muitão a distância,
a indiferença.
mas ela é uma tatoo.
Alguém que marcou.
que tá marcada,
e que eu não vou esquecer:
já faz parte da minha história.
insisti em erros bobos
e errei com mais um monte de gente
bonita como ela.
jurei não errar mais
e meu pedido de desculpas foi feito.
pactuamos meu pedido de desculpas
em silêncio. e acho que foi aceito.
mas a linguagem verbal é preciso
ser dita, pratocar o chegar ao coração.
por isso torno a deixar verbal...
perdoa-me, amiga.
o post dela dizendo
o quanto ela marcou
a minha vida.
tá certo que foi pouquinha
a amizade,
o namoro.
tá certo que foi
muitão a distância,
a indiferença.
mas ela é uma tatoo.
Alguém que marcou.
que tá marcada,
e que eu não vou esquecer:
já faz parte da minha história.
insisti em erros bobos
e errei com mais um monte de gente
bonita como ela.
jurei não errar mais
e meu pedido de desculpas foi feito.
pactuamos meu pedido de desculpas
em silêncio. e acho que foi aceito.
mas a linguagem verbal é preciso
ser dita, pra
por isso torno a deixar verbal...
perdoa-me, amiga.
domingo, abril 6
esse não é um blog
de coisas acontecidas.
é um emoblog
de emoções sentidas!
tem dia que não sinto nada.
então eu não escrevo nada.
porém é bem mais raro.
mas a maioria das vezes
meu coração dispara
ou retarda
de tanta coisa
sufocada dentro de mim.
se você acha que já foi citada(o) aqui,
ora diretamente
ora de forma camuflada
em palavras confusas,
é porque algo eu sinto por ti.
ALGO EU SINTO POR TI!
E geralmente é amor.
calma...
não é só esse amor que você deve estar pensando.
pode ser o amor de irmão,
o amor de amigo,
o amor de humano,
o amor de amor.
mas também tem o ódio
a raiva, a decepção e o tédio.
enfim, tudo se complementa.
de coisas acontecidas.
é um emoblog
de emoções sentidas!
tem dia que não sinto nada.
então eu não escrevo nada.
porém é bem mais raro.
mas a maioria das vezes
meu coração dispara
ou retarda
de tanta coisa
sufocada dentro de mim.
se você acha que já foi citada(o) aqui,
ora diretamente
ora de forma camuflada
em palavras confusas,
é porque algo eu sinto por ti.
ALGO EU SINTO POR TI!
E geralmente é amor.
calma...
não é só esse amor que você deve estar pensando.
pode ser o amor de irmão,
o amor de amigo,
o amor de humano,
o amor de amor.
mas também tem o ódio
a raiva, a decepção e o tédio.
enfim, tudo se complementa.
sábado, abril 5
sexta-feira, abril 4
quinta-feira, abril 3
quarta-feira, abril 2
pérolas
espalhadas
no chão e ela chorando, desesperada.
sabia que era o fim. a pérola estava podre!
era a resposta pra todo o anti-amor por mim.
ignorei o aviso de deus, e deu no que deu(s)
quis beijá-la pra curar a dor... toque venenoso.
ursos modificados cantaram tristes na partida,
echorei por você eu escutei impressionado.
vão pra bem longe de mim,
olhos que refletem a traição!!
cura teu espírito, limpa tua alma.
e só volte quando souber o que fez!!
fabiana observou tudo de longe.
ouviu as canções tristes de ursos modificados.
se levantou. acariciou minha cabeça e foi embora.
sempre que alguém me toca no ombro,
eu me viro com a vontade de rever aquele sorriso anestésico.
entro em decadência
sufoco-me no ar rarefeito da mais
profunda caverna da tristeza.
enfeito-me como humano e ninguém percebe
como estou mal.
ignoro outras emoções. tornei-me frio.
alterno entre o dia dormindo e a noite acordado. mas
lua não vejo e não quero ver.
...
guardei isso na minha memória,
afinal tudo já passou.
hoje o sol me deixa corado.
vivo
feliz
e diferente.
respeito a vida
e quero viver.
e se um dia
eu rever aquele sorriso anestésico...
ahh... ele não vai me escapar!!! ;-)
espalhadas
no chão e ela chorando, desesperada.
sabia que era o fim. a pérola estava podre!
era a resposta pra todo o anti-amor por mim.
ignorei o aviso de deus, e deu no que deu(s)
quis beijá-la pra curar a dor... toque venenoso.
ursos modificados cantaram tristes na partida,
e
vão pra bem longe de mim,
olhos que refletem a traição!!
cura teu espírito, limpa tua alma.
e só volte quando souber o que fez!!
fabiana observou tudo de longe.
ouviu as canções tristes de ursos modificados.
se levantou. acariciou minha cabeça e foi embora.
sempre que alguém me toca no ombro,
eu me viro com a vontade de rever aquele sorriso anestésico.
entro em decadência
sufoco-me no ar rarefeito da mais
profunda caverna da tristeza.
enfeito-me como humano e ninguém percebe
como estou mal.
ignoro outras emoções. tornei-me frio.
alterno entre o dia dormindo e a noite acordado. mas
lua não vejo e não quero ver.
...
guardei isso na minha memória,
afinal tudo já passou.
hoje o sol me deixa corado.
vivo
feliz
e diferente.
respeito a vida
e quero viver.
e se um dia
eu rever aquele sorriso anestésico...
ahh... ele não vai me escapar!!! ;-)
terça-feira, abril 1
pub again
o coração acelera com
receio de encontrá-la
deitada e sorrindo
em um outro mundo.
sons. vozes. olhares.
é uma caixa escura
com luzes piscantes
que serve pra desnortear
a razão que chega pelos olhos.
e é pra isso que as pessoas
pagam pra entrar nesses lugares.
pra mim o efeito é diferente...
a cada pisque da estroboscópica
uma conexão aleatória com um
passado diferente.
fotografias se formam
dentro de mim
a partir de retalhos de
de garotas ou de situações.
sem querer forma-se
um pedaço que me lembra
o passado.
e aí eu faço questão
de embaralhar tudo de novo,
até uma nova montagem.
é legal brincar disso!
porém,
no fim,
me sobra somente uma grande mistura
de lábios censurados
de laços rompidos
de coisas quebradas
de restos de sentimentos
de retalhos de rostos
de garotas que nem sei o nome
tudo isso
corre dentro de mim
como lava quente presa debaixo da terra
como lava quente presa debaixo da terra!
um dia eu ainda viro vulcão em erupção
e recrio a vida ao meu redor.
o coração acelera com
receio de encontrá-la
deitada e sorrindo
em um outro mundo.
sons. vozes. olhares.
é uma caixa escura
com luzes piscantes
que serve pra desnortear
a razão que chega pelos olhos.
e é pra isso que as pessoas
pagam pra entrar nesses lugares.
pra mim o efeito é diferente...
a cada pisque da estroboscópica
uma conexão aleatória com um
passado diferente.
fotografias se formam
dentro de mim
a partir de retalhos de
de garotas ou de situações.
sem querer forma-se
um pedaço que me lembra
o passado.
e aí eu faço questão
de embaralhar tudo de novo,
até uma nova montagem.
é legal brincar disso!
porém,
no fim,
me sobra somente uma grande mistura
de lábios censurados
de laços rompidos
de coisas quebradas
de restos de sentimentos
de retalhos de rostos
de garotas que nem sei o nome
tudo isso
corre dentro de mim
como lava quente presa debaixo da terra
como lava quente presa debaixo da terra!
um dia eu ainda viro vulcão em erupção
e recrio a vida ao meu redor.